Calculadora de Reserva de Emergência
A reserva de emergência é o seu colchão financeiro para imprevistos — desemprego, problema de saúde, conserto urgente. Esta calculadora mostra exatamente quanto você precisa, com base nos seus gastos e tipo de vínculo, e em quanto tempo chega lá com o seu aporte atual.
Definimos uma recomendação de meses de cobertura com base no seu tipo de vínculo. Você pode ajustar à vontade.
Reserva ideal
R$ 24.000,00
6 meses × R$ 4.000,00 de gastos mensais.
R$ 2.000,00 de R$ 24.000,00
Falta guardar
R$ 22.000,00
Tempo até a meta
44 meses
Tudo sobre reserva de emergência
O que é reserva de emergência?
Reserva de emergência é o dinheiro guardado em aplicações de liquidez imediata — você consegue resgatar em D+0 ou D+1 — exclusivamente para cobrir imprevistos. Não é poupança para viagem, não é entrada de carro, não é investimento de longo prazo. É o seguro que evita você cair em dívida quando algo inesperado acontece, como desemprego, doença, conserto urgente do carro ou da casa.
Quantos meses de gastos você precisa?
A recomendação padrão é entre 3 e 12 meses de gastos essenciais — não de salário, mas dos gastos que você teria mesmo sem trabalhar. Quem é CLT e tem estabilidade pode trabalhar com 6 meses. Servidores públicos com estabilidade plena podem ficar com 3 meses. Autônomos, PJs e freelancers, cujo fluxo de caixa é mais imprevisível, devem mirar 12 meses ou mais. Quem tem dependentes ou dívida fixa alta também deve aumentar a reserva.
Onde deixar a reserva de emergência?
Liquidez é mais importante que rentabilidade aqui. Boas opções: Tesouro Selic, CDB com liquidez diária de banco grande (com FGC), fundos DI de baixíssima taxa (até 0,3% a.a.). Evite: poupança (rende menos que o CDI), CDB de longo prazo, LCI/LCA com carência, ações ou fundos imobiliários (volatilidade), Tesouro IPCA+ (oscila com a marcação a mercado).
Erros comuns ao montar a reserva
1) Calcular sobre o salário, e não sobre os gastos essenciais. 2) Deixar tudo em poupança 'porque é segura' — você está perdendo para a inflação. 3) Mexer na reserva para comprar coisas que não são emergência. 4) Não recompor a reserva depois de usá-la. 5) Investir em produtos de prazo só porque rendem mais — o objetivo não é rentabilidade, é estar disponível quando você precisar.
Exemplos práticos
Família CLT com gastos de R$ 6.000
Recomendação de 6 meses → meta de R$ 36.000. Aportando R$ 1.000 por mês, leva 36 meses para chegar lá. Aumentar o aporte para R$ 1.500 reduz para 24 meses.
Autônomo com gastos de R$ 4.500
Recomendação de 12 meses → meta de R$ 54.000. Por ter renda variável, faz sentido começar com aportes maiores quando os meses são bons e menores quando são fracos — mas sem parar.
Perguntas frequentes
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